𝗌𝗈𝗆𝖾𝗍𝗂𝗆𝖾𝗌 𝗂 𝗐𝗂𝗌𝗁 𝗉𝖾𝗈𝗉𝗅𝖾 𝗐𝖾𝗋𝖾 𝗅𝗂𝗄𝖾 𝗈𝗋𝗀𝖺𝗇𝗌. 𝗒𝗈𝗎 𝗄𝗇𝗈𝗐 𝖾𝗑𝖺𝖼𝗍𝗅𝗒 𝗐𝗁𝖾𝗋𝖾 𝗍𝗁𝖾𝗒 𝗌𝗁𝗈𝗎𝗅𝖽 𝖻𝖾, 𝗐𝗁𝖺𝗍 𝗍𝗁𝖾𝗒 𝗌𝗁𝗈𝗎𝗅𝖽 𝖽𝗈, 𝖺𝗇𝖽 𝗐𝗁𝗒 𝗍𝗁𝖾𝗒’𝗋𝖾 𝖿𝖺𝗂𝗅𝗂𝗇𝗀. 𝗐𝗂𝗍𝗁 𝗉𝖾𝗈𝗉𝗅𝖾… 𝗒𝗈𝗎 𝗇𝖾𝗏𝖾𝗋 𝗁𝖺𝗏𝖾 𝗍𝗁𝖾 𝗆𝖺𝗉.






𝗍𝗁𝖾 𝖻𝗈𝖽𝗒 𝗂𝗌 𝖺 𝖻𝖾𝖺𝗎𝗍𝗂𝖿𝗎𝗅, 𝖼𝗈𝗆𝗉𝗅𝖾𝗑, 𝖿𝗋𝖺𝗀𝗂𝗅𝖾 𝗆𝖺𝖼𝗁𝗂𝗇𝖾. 𝖺𝗇𝖽 𝗌𝗈𝗆𝖾𝗍𝗂𝗆𝖾𝗌 𝗂𝗍 𝖻𝗋𝖾𝖺𝗄𝗌. 𝖻𝗎𝗍 𝗈𝗎𝗋 𝗃𝗈𝖻 𝗂𝗌 𝗍𝗈 𝖿𝗂𝗇𝖽 𝗍𝗁𝖾 𝗉𝗂𝖾𝖼𝖾𝗌 𝖺𝗇𝖽 𝗉𝗎𝗍 𝗍𝗁𝖾𝗆 𝖻𝖺𝖼𝗄 𝗍𝗈𝗀𝖾𝗍𝗁𝖾𝗋, 𝖾𝗏𝖾𝗇 𝗂𝖿 𝗍𝗁𝖾𝗒 𝖽𝗈𝗇'𝗍 𝖿𝗂𝗍 𝗉𝖾𝗋𝖿𝖾𝖼𝗍𝗅𝗒 𝖺𝗇𝗒𝗆𝗈𝗋𝖾.








𝗍𝗁𝖾 𝗍𝗋𝗎𝗍𝗁 𝗂𝗌 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗈𝗎𝗋 𝗌𝗍𝗈𝗋𝗒 𝖽𝗈𝖾𝗌 𝗇𝗈𝗍 𝖻𝖾𝗀𝗂𝗇 𝖾𝗑𝖺𝖼𝗍𝗅𝗒 𝗐𝗂𝗍𝗁 𝗎𝗌, 𝖻𝗎𝗍 𝗐𝗂𝗍𝗁 𝗐𝗁𝖺𝗍 𝗌𝗁𝖺𝗉𝖾𝖽 𝗎𝗌. 𝗐𝖾 𝖺𝗋𝖾 𝗍𝗁𝖾 𝗉𝗋𝗈𝖽𝗎𝖼𝗍 𝗈𝖿 𝗍𝗁𝖾 𝗀𝖾𝗇𝖾𝗋𝖺𝗍𝗂𝗈𝗇 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝖼𝖺𝗆𝖾 𝖻𝖾𝖿𝗈𝗋𝖾 𝗎𝗌—𝗈𝖿 𝗈𝗎𝗋 𝗉𝖺𝗋𝖾𝗇𝗍𝗌; 𝗒𝖾𝗍, 𝗐𝗁𝖾𝗇 𝗂𝗍 𝖼𝗈𝗆𝖾𝗌 𝗍𝗈 𝗍𝗁𝖾 𝗌𝖾𝗅𝖿, 𝗂𝗍 𝗂𝗌 𝖺 𝖼𝗁𝗈𝗂𝖼𝖾 𝗐𝗁𝖾𝗍𝗁𝖾𝗋 𝗈𝗋 𝗇𝗈𝗍 𝗐𝖾 𝗋𝗂𝗌𝗄 𝖼𝗁𝖺𝗇𝗀𝗂𝗇𝗀 𝗍𝗁𝖾 𝖼𝗈𝗎𝗋𝗌𝖾.





Noh Mina e Noh Jinsik se conheceram no começo da residência médica na cidade de Seul. Tudo começou com as brincadeiras relacionadas ao sobrenome dos residentes; visto que ambos compartilhavam um incomum. A aproximação foi gradual, uma amizade construída com muito cuidado e cumplicidade, avançando para um relacionamento estável. Um namoro pacífico, saudável e com planos para o futuro.O casal tornou-se noivo no fim dos anos noventa, alianças trocadas, objetivos e metas bem traçados. O que eles não esperavam, era que a realização de um dos grandes sonhos de Mina estava tão perto, e ao mesmo tempo, tão longe.O começo dos anos dois mil foi uma era marcante, acredita-se ter sido uma das eras mais importantes para a indústria musical, e claro, a indústria da moda. Mas os acontecimentos artísticos não foram os únicos a chamarem atenção, não dentro da família Noh.Sem relutância alguma mesmo diante de um futuro que parecia tão correto, Mina embarcou de Seul para Londres, a fim de fazer a conclusão de sua residência em território inglês e tornar-se uma das melhores cirurgiãs cardiotorácicas do mundo. A bolsa que havia conquistado não iria a permitir apenas se tornar uma grande cirurgiã dentro de um hospital renomado em sua área, mas sim ter a especialização em transplante que tanto sonhou desde os primeiros dias como interna.Jinsik, por sua vez, com sua decisão mais firme do que nunca em ser um cirurgião plástico de elite, manteve-se em Seul. O relacionamento foi mantido com toda dedicação que o homem poderia dar, mesmo a oceanos de distância. Tinha consigo a certeza de que após a especialização, sua noiva voltaria e então, formariam a família que tanto sonharam. Portanto, se contentava em vê-la de três em três meses, envoltos por noites de uma ardente paixão ou brigas quase torrenciais onde ele se via desgastado ao vê-la partir pouco a pouco.Numa das eventuais noites que tinham juntos, a vida que eles planejavam gerar anos a frente veio mais cedo. Mesmo grávida, voltar para casa havia deixado de ser uma opção para Mina, especialmente diante do relacionamento que cada dia mais se tornava frágil e cansativo.Em uma decisão mútua e de muita dor, o fim do relacionamento lhes pareceu o mais cabível para que as brigas não se tornassem prejudiciais para a filha que teriam. E mesmo em países diferentes, estavam dispostos a serem os melhores pais que conseguissem, mesmo que separados.Para Mina, o tempo foi mais generoso, a obstetra Harper Overstreet que acompanhava toda sua gestação, tornou-se mais especial do que como amiga ou médica. Um amor floresceu ali, inicialmente cheio de questionamentos, mas com a mente aberta para se permitirem viver e enfrentarem juntas qualquer desafio familiar, profissional ou com a sociedade. Casadas desde dois mil e três, formaram uma linda família, um casal lésbico encantador e talentoso. Quanto a Chyler, o sobrenome de sua madrasta — a qual chama de mãe —, se tornou seu tanto quanto o de seus pais.Quanto a Jinsik, o amor que sentia por Mina nunca morreu. Mesmo ferido por como as coisas procederam, ele aceitou, porque a felicidade de sua família era mais importante do que qualquer outra coisa. Tornou-se um pai coruja; apesar da distância física e emocional, demonstrava seu afeto como podia e sempre buscava meios de ter a filha perto. Dedicado ao trabalho, Jinsik se tornou fechado para relacionamentos, se permitindo novamente quase duas décadas depois, noivando-se em dois mil e vinte e quatro.




"𝗐𝗁𝖾𝗍𝗁𝖾𝗋 𝗋𝖾𝗅𝗂𝗏𝗂𝗇𝗀 𝖺 𝗍𝗒𝗉𝗂𝖼𝖺𝗅 𝖽𝖺𝗒 𝗈𝖿 𝗒𝗈𝗎𝗋 𝗅𝗂𝖿𝖾 𝗂𝗌 𝖺 𝖼𝗎𝗋𝗌𝖾 𝗈𝗋 𝗇𝗈𝗍 𝖽𝖾𝗉𝖾𝗇𝖽𝗌 𝖿𝖺𝗋 𝗆𝗈𝗋𝖾 𝗈𝗇 𝗒𝗈𝗎 𝗍𝗁𝖺𝗇 𝗈𝗇 𝗆𝖾.” 𝖿𝗈𝗋 𝗇𝗈𝗐, 𝗇𝗈 𝗆𝗈𝗋𝖾 𝗌𝖾𝗍𝗍𝗅𝗂𝗇𝗀 𝖿𝗈𝗋 𝗅𝗎𝗄𝖾𝗐𝖺𝗋𝗆.





Apesar da relação desestruturada dos pais, Chyler cresceu com um exemplo de relacionamento ideal. Harper e Mina formavam um casal não apenas bonito, mas verdadeiramente parceiro. A educação de Roha não se resumia a um ótimo colégio, atenção e, claro, os pequenos pés correndo pelos corredores do hospital; a garotinha de olhos enormes foi ensinada desde cedo sobre empatia, cuidado com o próximo, valorização da saúde mental, que amor não tem cor, raça ou gênero, que política importa, que causas sociais importam e lutar por elas, faz parte, investiram desde muito cedo em atividades de lazer saudáveis, jogos de tabuleiro e instrumentos musicais. Diálogo era a grande a grande base.Apesar de tímida, era uma criança de boa desenvoltura para falar e uma simpatia que chamava bastante atenção, especialmente quando o sorriso bonito fazia os olhos tornarem-se crescentes, fazendo-a se assemelhar a um gato filhote.Quando maior, eventualmente acompanhava algumas consultas, exames ou cirurgias de sua mãe a certa distância, e apesar de gostar do que via, nunca pareceu tão interessada assim em corações. Despendia seu tempo primordialmente com um baixo de cinco cordas ou uma guitarra. Os olhos de Roha brilharam para a medicina quando, um dia, teve a oportunidade — acidental — de assistir uma neurocirurgia ao se perder no hospital de Seul numa das visitas a seu pai.Apesar das dificuldades escolares que tinha por não ser tão atenta, Chyler era uma garota inteligente e de grande praticidade, com um raciocínio lógico invejável. Concluiu o colegial com sucesso, saindo dali direto para a faculdade: Medicina na Universidade de Cambridge.Pode-se dizer que, diante da série de TV que sua vida poderia se tornar, aquela era sua temporada mais desafiadora. Teve seu primeiro amor no começo da faculdade, talvez lidar com o amor romântico tenha sido um dos maiores desafios para a garota, porque amor, para ela, era algo delicado. Chyler nunca teve muita grande facilidade em sentir as próprias emoções e apesar da relação duradoura, para ela, ter de lidar com a bomba de informações, foi uma sobrecarga que a desafiou bastante, trazendo, em compensação, sua primeira música autoral, a qual nunca teve coragem de lançar.





Com a universidade não veio apenas sua primeira experiência com o amor, mas o começo de uma história com a música. No ano de dois mil e vinte e um, tornou-se baixista de uma banda feminina de punk-rock gótico denominada VENUS GRRRLS. Apesar da maior afinidade com a guitarra, a sensação de controle que tinha em palco com o baixo era incomparável, tendo como sua maior inspiração a baixista mexicana Alejandra Vilarreal.A banda ascendeu localmente e na internet, faziam shows em pequenos bares alternativos da cidade e festivais da faculdade.Esses pequenos fatos foram como um incêndio em seu meio familiar; apesar de sempre apoiarem as decisões de Chyler, acreditavam que aquilo poderia ser uma distração de seus objetivos. Mas, mesmo com as opiniões expostas, jamais interferiram ou exigiram que a garota abrisse mão disso, deixando-a livre para se reorganizar da forma que lhe fosse mais confortável, afinal, Noh Roha já era uma jovem adulta. Assim, construiu responsabilidade pelas próprias ações e aprendeu a respeitar os próprios limites.Com a conclusão da faculdade, fez sua prova para admissão em seu Foundation Year. Com sucesso, garantiu sua vaga no Hospital Real de Londres, tornando-se uma cirurgiã júnior de primeiro ano em agosto de dois mil e vinte e cinco.




𝗂'𝗆 𝗅𝖾𝖺𝗄𝗂𝗇𝗀. 𝗆𝗒 𝖻𝗋𝖺𝗂𝗇 𝗂𝗌 𝗅𝖾𝖺𝗄𝗂𝗇𝗀. 𝗂 𝗁𝖺𝗏𝖾 𝖺𝗅𝗅 𝗍𝗁𝗂𝗌 𝗂𝗇𝖿𝗈𝗋𝗆𝖺𝗍𝗂𝗈𝗇 𝖺𝗇𝖽 𝖺𝗅𝗅 𝗍𝗁𝖾𝗌𝖾 𝖿𝖾𝖾𝗅𝗂𝗇𝗀𝗌 𝖺𝗇𝖽 𝗍𝗁𝖾𝗋𝖾'𝗌 𝗇𝗈 𝗉𝗅𝖺𝖼𝖾 𝖿𝗈𝗋 𝗍𝗁𝖾𝗆 𝗍𝗈 𝗀𝗈 𝗂𝗇 𝗍𝗁𝗂𝗌 𝗁𝗈𝗌𝗉𝗂𝗍𝖺𝗅. 𝗂 𝖿𝖾𝖾𝗅 𝗅𝗂𝗄𝖾 𝗂'𝗆 𝖾𝗑𝗉𝗅𝗈𝖽𝗂𝗇𝗀 𝖺𝗇𝖽 𝖾𝗏𝖾𝗋𝗒𝗈𝗇𝖾 𝗂𝗌 𝗃𝗎𝗌𝗍 𝗍𝖾𝗅𝗅𝗂𝗇𝗀 𝗆𝖾 𝗍𝗈 '𝖻𝖾 𝖺 𝖽𝗈𝖼𝗍𝗈𝗋'. 𝗂'𝗆 𝗌𝗈𝗋𝗋𝗒 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗂'𝗆 𝗇𝗈𝗍 𝖽𝖺𝗋𝗄 𝖺𝗇𝖽 𝗍𝗐𝗂𝗌𝗍𝗒. 𝗂'𝗆 𝗌𝗈𝗋𝗋𝗒 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗂 𝖽𝗈𝗇'𝗍 𝗁𝖺𝗏𝖾 𝖺 𝗍𝗋𝖺𝗎𝗆𝖺 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗆𝖺𝗄𝖾𝗌 𝗆𝖾 𝗂𝗇𝗍𝖾𝗋𝖾𝗌𝗍𝗂𝗇𝗀. 𝗂'𝗆 𝗃𝗎𝗌𝗍... 𝗂'𝗆 𝗃𝗎𝗌𝗍 𝖺 𝗀𝗂𝗋𝗅 𝗐𝗁𝗈 𝗐𝖾𝗇𝗍 𝗍𝗈 𝗌𝖼𝗁𝗈𝗈𝗅 𝖺𝗇𝖽 𝗁𝖺𝗌 𝖺 𝖿𝖺𝗆𝗂𝗅𝗒 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗅𝗈𝗏𝖾𝗌 𝗁𝖾𝗋. 𝖽𝗈𝖾𝗌 𝗍𝗁𝖺𝗍 𝗆𝖾𝖺𝗇 𝗂 𝖽𝗈𝗇'𝗍 𝖻𝖾𝗅𝗈𝗇𝗀 𝗁𝖾𝗋𝖾?





Estudar já não é fácil, mas sair da faculdade para a realidade do hospital, é de outro mundo. Os primeiros meses não foram fáceis, iniciando na emergência com cuidados básicos, consultas simples, até este ponto, as coisas eram até tranquilas. Até um primeiro caso crítico exigir de Roha sua presença como auxiliar no trauma. A área a encantou de imediato tanto quanto neurocirurgia a fez brilhar os olhos quando ainda era uma adolescente. A emoção de lidar com o caos era reconfortante, desafiador para alguém que gostava tanto de controle, o que a deixava intrigada consigo mesma.Ao final da noite, o esgotamento que sentia por toda a sobrecarga sensorial e a correria eram pesadíssimos, mas ao mesmo tempo, o fato de estar trabalhando com o que amava e salvando uma vida, deixavam-na feliz o suficiente para descansar em paz até a manhã seguinte.Demorou mais do que o comum para perder seu primeiro paciente, mas quando aconteceu, foi o suficiente para a desestruturar por completo. Ouvir de colegas e supervisores que ela deveria apenas levantar a cabeça e seguir em frente, ser apenas uma médica e aceitar que aquilo acontecia, parecia injusto demais para o coração ainda idealista de Chyler. A perda de seu primeiro paciente, um jovem de apenas dezoito anos iniciando sua vida, foi o fato mais inesquecível que sua memória teve a infelicidade de armazenar.Para alguém vinda de uma família composta por gerações de médicos, conhecida como alguém com um legado que sequer era seu a zelar, aquele evento havia sido, também, uma quebra de expectativas. Não era durona como sua madrasta, irredutível como sua mãe, ou insaciável como seu pai; Chyler era uma jovem sensível, extremamente humana e que desejava, acima de qualquer coisa, ajudar e fazer diferença. Nome não era uma prioridade, no máximo um adorno.No último mês de seu Foundation Year 1, teve a infelicidade de lidar com um de seus colegas de trabalho inconveniente o suficiente para resgatar sua versão baixista de uma banda de rock universitária como se fosse um motivo para descredibilizar sua seriedade quanto profissional, como se não bastassem as piadas com o recém cabelo cor de rosa.Para Roha, aquilo jamais seria motivo de vergonha, encarou aquilo tudo sem muita importância, apenas como um ato infantil partindo de alguém sem muita diversão pessoal. Sabia que o próximo plantão teria um novo apelido para ouvir, no entanto, para alguém que estava começando a resgatar as próprias memórias em casa, "rockstar princess" não parecia muito ruim.




𝗆𝗒 𝗆𝗂𝗇𝖽 𝗂𝗌 𝗉𝗅𝖺𝗒𝗂𝗇𝗀 𝖿𝗂𝖼𝗍𝗂𝗈𝗇, 𝖺 𝖼𝗎𝗋𝗌𝖾 𝗈𝖿 𝗆𝗒 𝖾𝗑𝗂𝗌𝗍𝖾𝗇𝖼𝖾. 𝖼𝖺𝗍𝖺𝗌𝗍𝗋𝗈𝗉𝗁𝗂𝖼𝖺𝗅𝗅𝗒 𝗈𝖻𝗌𝖾𝗌𝗌𝖾𝖽, 𝖾𝗏𝖾𝗋𝗒𝗈𝗇𝖾'𝗌 𝖻𝗅𝗂𝗌𝗌𝖿𝗎𝗅𝗅𝗒 𝖽𝖾𝗅𝗎𝗌𝗂𝗈𝗇𝖺𝗅 𝖻𝗎𝗍 𝗂 𝖽𝖾𝗉𝗋𝗂𝗏𝖾 𝗆𝗒𝗌𝖾𝗅𝖿 𝗅𝗂𝗄𝖾 𝗂𝗍'𝗌 𝖺 𝗋𝗂𝗍𝗎𝖺𝗅.





Graduated in Medicine from the University of Cambridge. In her first year as an intern at The Royal London Hospital, she is known as the “the legacy” for being the daughter and granddaughter of renowned surgeons — there's always some unfamiliar nickname, too. Her father is a plastic surgeon who established himself in Seoul, one of the world’s leading centres in the field. Her mother is a cardiologist who settled in London, where she met and married a neonatal surgeon who followed her pregnancy. Her grandfather was a cardiologist who left medicine to live a quiet life with his wife; together, they opened a restaurant in Busan.







Name: Roha ' Chyler ' Noh-Overstreet. Birthdate: April 5, 2002. Bornplace: Busan, SKR. Raised: London, UK. Currently living: Fournier Street, London, E1 6QE. Height: 1,65m. Zodiac: Aries Sun, Capricorn Moon and Scorpio Rising.MBTI: ISFJ. Enneagram: 1w9. Sexuality: Bisexual, demisexual and non strict aromantic. Monogamous. Relationship status: Unavailable. Languages: British english, korean, japanese and a lil' bit of brazilian portuguese.Harmonic Potential: hard-working, organised, creative, hopeful, observant, friendly, independent, methodical, attentive, realistic, efficient, detail-oriented, helpful, altruistic, supportive.Disharmonic Potential: insensitive, unpredictable, stubborn, sceptical, worried, sarcastic, SYSTEMATIC AS HELL, anxious.





Eyes: Large and expressive, almond-shaped and brown. She usually defines them with a sharp cat-eye eyeliner and bold lashes. Distinct features: Has four small, distinct beauty spots on her face—one right on the bridge of her nose near eye level, and another just below her left eye. On the right side, there's a very subtle one below the eye and another on her cheek near the ear. Face and skin: Oval face shape with delicate features, a soft jawline, and very fair, glowing skin, often enhanced with rosy blush on her cheekbones. Nose: Slim and straight with a low bridge and a slightly upturned tip. Lips: Well-defined, plump, with a sharp cupid's bow. Natural hair: Dark brown.




𝗂𝗍'𝗌 𝗃𝗎𝗌𝗍 𝖺𝖼𝗍𝗂𝗇𝗀! 𝗌𝗁𝖺𝗅𝗅 𝗐𝖾 𝗁𝖺𝗏𝖾 𝖺 𝖼𝗁𝖺𝗍 𝗐𝗂𝗍𝗁 𝗍𝗁𝖾 𝗌𝖼𝗋𝖾𝖾𝗇𝗐𝗋𝗂𝗍𝖾𝗋 𝖺𝗇𝖽 𝖺𝗎𝗍𝗁𝗈𝗋?





1. OOC +21. Sem interações com menores.
2. Tenho uma rotina fora daqui, trabalho, faculdade e vida pessoal; creio que vocês tenham suas questões também, logo, cobranças não serão toleradas.
3. História inteiramente autoral, assim como publicações e conteúdo estéticoindisponível para inspirações, o bom senso de não copiar nada é bem legal.
4. Casos, menções e afins, serão inspirados em dramas médicos. Quanto player, não curso medicina — apesar de ter conhecimento e comprometimento com a área da saúde —, é tudo puramente fictício. Todavia, todo conteúdo didático, caso aconteça, será trazido com responsabilidade e estudo.
5. Personagem 100% interpretativa. Comentários externos a isso somente se forem estritamente necessários e com pessoas íntimas.
6. Meu interesse aqui é jogar e ficar numa boa, então se quiser encher o saco, fofoquinhas ou qualquer coisa que possa vir a gerar incômodos: fique longe que ganhamos mais. Se conhece personagens passadas minhas, peço gentilmente que não trate a Chyler como se fosse alguma delas. Caso tenha alguma desavença e não tenha interesse algum em resolver pacificamente, mantenha distância. Vida nova, falou?
7. Alts podem vir a acontecer — muito raramente — e não interferem no desenvolvimento da personagem.
8. Bom jogo!